Falar acerca de Urbanismo e Organização do Território em 3500 caracteres é quase tão ingrato quanto se querer fazer numa legislatura grandes modificações neste campo, quando na realidade estes processos demoram muitas vezes gerações.
A realidade é que a formação do território como o conhecemos hoje, é um processo dinámico, que remonta a tempos anteriores à própria nacionalidade e que sem não compreendermos esse mesmo as nossas próprias especificidades, dificilmente podemos intervir de uma forma adequada, já que as soluções que se preconizam como acertadas para determinado território não serão as mais corretas para um outro com uma diferentes geografias físicas e humanas.
A dispersão territorial é pois uma marca ancestral do Norte do país, ainda mais vincada no nosso município, e é com base nesse pressuposto que se devem encarar quaisquer políticas territoriais.
O processo de urbanização do território não é um processo que caiba unicamente ao Estado, mas em que a iniciativa privada representa a parcela maioritária em termos de volume de construção.
No entanto cabe ao Estado, neste particular no papel do Município, um duplo papel primordial neste processo: regular e dinamizar
No papel de regulador, o Município, define uma política do que é admissível aos privados promoverem e executarem.
Para tal dispõe de instrumentos de ordenamento do território, desde logo do PDM (Plano Director Municipal), que como é indicativo no próprio nome, deve nortear toda a política urbanística municipal.
Mas um Município pode ainda fazer uso de outros PMOT (Planos Municipais de Ordenamento do Território), mas que Paços de Ferreira tal não se verifica, a despeito do que diz a legislação, não se entendendo bem o porquê.
Por outro lado, o Município têm ainda um papel dinamizador e de orientação de política territorial, onde através da iniciativa pública, promove a execução de equipamentos e infraestruturas, que serão elementos atrativos e promotores do território.
Entendemos então, que no papel de regulador, tendo já passado o período do grande boom da construção e da carência do nosso parque habitacional, deve-se reduzir a disponibilidade construtiva, privilegiando a concentração (não a massificação) urbana, principalmente nos núcleos urbanos consolidados. Sem nunca restringir o direito à habitação, convém relembrar que em Portugal construir não é um direito, mas antes um ato que em principio geral é proibido, e que à semelhança da condução de um veículo motorizado ou à posse de arma de fogo, se pode no entanto obter uma licença mediante o preenchimento de determinados requisitos.
Assim, não é porque um particular entende ser do seu melhor interesse que deve ter o direito de construir, porque às vezes a sua pretensão não é a melhor para o interesse público (e muitas vezes para o seu próprio interesse, apesar do entendimento em contrário) e se viver em cidades é fundamentalmente viver em comunidade, são os interesses coletivos que devem prevalecer.
Deve-se pois fortalecer os nossos núcleos urbanos, racionalizando o aproveitamentos das infraestruturas e equipamentos já existentes, pois fortalecendo a coesão do nosso território, estamos também a fortalecer as comunidades que lá habitam.
Ao nível de dinamização territorial, não estando nós em período de expansão económica, deve-se racionalizar os investimentos, evitando intervenções redundantes, intervindo urbanisticamente aonde é realmente necessário, criando infraestruturas aonde não existem (é alarmante a falta de passeio em muitos núcleos urbanos) e sobretudo potencializar os equipamentos já existentes.
É também urgente a criação de condições para a promoção de uma verdadeira rede de transportes públicos que posso servir o concelho, e que posso servir a população e os equipamentos e serviços do concelho.
Julgamos também interessante, a elaboração de um plano para uma rede de ciclovias no concelho, que possam ligar todas as freguesias, e que possa ser utilizada com segurança para a deslocação efetiva de pessoas e não apenas para fins recreativos, promovendo-se assim hábitos de vida saudáveis e sustentáveis.
Por fim, julgamos ainda ser necessário um olhar mais atento para o nosso património, o natural e o edificado, e criar condições para que o mesmo não se perca e possa chegar ainda mais valorizado e qualificado às futuras gerações.
Acabo como comecei. O território não é objeto para revoluções, mas antes para políticas de continuidade em que se deve ponderar e pensar bem hoje no que se pretende executar amanhã, sendo que os erros neste domínio têm sempre elevados custos, monetários e não só.
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
EMPRESAS MUNICIPAIS. QUE FAZER?
Para
melhor explicar a intervenção que propomos neste domínio é mister esclarecer
que as duas empresas municipais de Paços de Ferreira desenvolvem
atividades que são da responsabilidade da autarquia.
Como é do conhecimento
geral, a Gespaços administra o parque urbano e os equipamentos desportivos e
museus do município, ao passo que à PFR Invest incumbe, resumidamente, a gestão
das "cidades" empresarial e tecnológica e a execução de projetos de
incentivo ao investimento e de captação de investimento privado.
Estas
atividades poderiam ser desenvolvidas pelo próprio município mas o executivo
social-democrata optou por constituir duas empresas municipais para esse
efeito.
Estas
empresas constituem um modelo de gestão empresarial de atribuições originárias
do município, que permitem "desorçamentar" dívida e substituir as
estritas regras de contratação pública pela flexibilidade do direito privado,
especialmente na admissão de pessoal.
Posto
isto, que fazer?
MANTER?
FUNDIR? EXTINGUIR?
Para
responder à sobredita questão, importa frisar duas ideias:
Por um
lado, não questionamos a essencialidade da prossecução das sobreditas
atividades. Correspondem a necessidades da população, a que importa dar resposta.
Mas, por outro lado,
defendemos, por princípio, que as atribuições da autarquia devem ser
desenvolvidas pelo próprio município ou, em alternativa, por serviços
municipalizados, sempre com o controlo democrático da Assembleia Municipal.
De acordo
com estes princípios e debruçando-nos sobre o panorama actual dos serviços,
opomo-nos à criação de novas empresas municipais, mas entendemos que extinguir
as já constituídas é promover a precariedade da mobilidade geral ou o
desemprego e avolumar a dívida pública, com o pagamento de compensações ou
indemnizações, efeito socialmente danoso em qualquer circunstância e,
sobretudo, desaconselhável numa conjuntura de debilidade financeira da
autarquia.
FUSÃO DE
GESPAÇOS E PFR INVEST E GESPAÇOS NUMA SÓ EMPRESA MUNICIPAL
Entendemos
que a solução que melhor serve os munícipes é o cumprimento das atividades
desenvolvidas por ambas as empresas mediante a sua fusão numa só empresa
municipal, gerida apenas por um administrador e dois vogais, cada um destes com
a tutela do objecto desenvolvido, respectivamente, por Gespaços e PFR Invest.
A acção proposta permitirá
reestruturar o sector, cortar na despesa, sobretudo nos cargos de
administração, e tornar mais eficiente o
serviço prestado à população.
Esta decisão deverá ser
associada à imposição de regras de efectiva
sindicância da actividade da nova empresa pelo executivo e pela Assembleia
Municipal, definindo anualmente orientações estratégicas e controlo financeiro
que vinculem os seus gestores.
REGRAS DE TRANSPARÊNCIA
Defendemos,
ainda, ser essencial exigir à empresa municipal o estrito cumprimento das
regras de transparência impostas pelo Regime Jurídico da Actividade Empresarial
Local.
De acordo
com o artigo 43º do citado regime jurídico, as empresas municipais estão
obrigadas a manter, no seu sítio da internet, a informação, permanentemente
actualizada, do contrato de sociedade e estatutos, da estrutura do capital
social, a identidade dos membros dos órgãos sociais e respectiva nota
curricular, os montantes auferidos pelos membros remunerados dos órgãos
sociais, o número de trabalhadores (desagregado segundo a modalidade de
vinculação), os planos de investimento e orçamento anuais, os documentos de
prestação anual de contas, o plano da prevenção da corrupção e dos riscos de
gestão e o parecer do fiscal único.
Ora, a
Gespaços e a PFR Invest estão a desobedecer a estas regras. A PFR Invest não
cumpre na informação do número de trabalhadores (discriminado segundo a
modalidade de vinculação) mas a Gespaços incumpre em quase todas as imposições
legais, publicitando apenas o contrato de sociedade e estatutos, omitindo,
inclusivamente, a informação financeira de 2012.
Estas
regras não são meras questões de forma, mas, outrossim, imperativos
democráticos de transparência, que visam sanar o actual descrédito no
relacionamento entre os cidadãos e o poder local, que a CDU pretende
restabelecer com trabalho, honestidade e competência.
POLÍTICA SOCIAL PARA PAÇOS DE FERREIRA: PROBLEMAS E SOLUÇÕES.
Numa
época em que os eleitos tomam os eleitores como números, desconsiderando as
suas legitimas expectativas e necessidades de cidadãos, entendemos ser
fundamental quebrar com esta lógica e, por isso, realizamos o diagnóstico dos
problemas sociais do nosso concelho e apresentamos as soluções que, em nossa
opinião, melhor defendem a justiça social que almejamos. Neste contexto,
concluímos ser preponderante que a Autarquia seja motor de relações de parceria
interinstitucional com a Segurança Social, o IEFP e as instituições
particulares de solidariedade social, com objectivos claros, definidos e
comuns, para as seguintes problemáticas:
POBREZA:
O
concelho tem vindo a assistir a uma crescente degradação das condições de vida
da população que, em casos cada vez mais frequentes de pobreza absoluta, não
possui recursos económicos para adquirir bens de primeira necessidade. É, pois,
decisivo recusar liminarmente politicas meramente assistencialistas,
reprodutoras de exclusão, e assegurar a sobrevivência das famílias mais
carenciadas, com dignidade. Propomos, para esse fim, a afectação de uma
percentagem da receita de IMI para a criação de um fundo de solidariedade de
emergência social que, em rede com as demais estruturas sociais, intervenha na
satisfação de necessidades elementares da população, sempre com monitorização e
fiscalização rigorosas.
DESEMPREGO:
O
concelho vem sendo flagelado com taxas de desemprego sempre superiores à média
nacional, o que é grave e nos preocupa. Consideramos que o trabalho não é
apenas um meio de obtenção de aquisição de rendimentos, mas, também, um meio de
construir um estatuto e identidade sociais. Frequentemente, à desagregação dos
laços profissionais sucede-se a ruptura dos vínculos sociais, em particular no
que se refere à sociabilidade e relacionamento comunitário. Destarte, é
premente valorizar os nossos concidãos e contribuir para que estes se sintam
valorizados como parte do processo de desenvolvimento Para tanto, propugnamos a criação de uma estrutura
orgânica, na dependência do departamento de acção social da Câmara Municipal,
que, em parceria com o centro de emprego e os centros de formação profissional,
actue em prol do emprego. Por um lado, implementando políticas locais e medidas
ativas de emprego e de apoio ao empreendedorismo e à criação de empresas. Por
outro lado, articulando formação profissional prática, em contexto de trabalho,
que aperfeiçoe o saber e o saber-fazer e que seja desafiante, motivadora e que
crie afeição ao trabalho, quer na área da construção do mobiliário, quer no
âmbito de outros saberes diversificados.
ABANDONO
ESCOLAR e BAIXAS QUALIFICAÇÕES ESCOLARES E PROFISSIONAIS:
Da
nossa análise das questões do desemprego e precariedade laboral, resulta a
existência de uma relação óbvia entre a formação escolar e inserção no sistema
de emprego: Quanto menor a instrução escolar e qualificação profissional, maior
o risco de desemprego, sobretudo de longa duração. Em Paços de Ferreira, é mister quebrar
com a exclusão como fenómeno hereditário e abrir aos jovens das famílias mais
desfavorecidas uma via de acesso aos lugares profissionais socialmente
valorizados. Neste sentido, propomos a criação de um projeto concelhio
(replicando uma experiência desenvolvida pelo ISSSP, com reconhecidos
resultados), para intervenção e acompanhamento social e educativo dos segmentos
mais desfavorecidos da população. Esta acção será executada pelos
serviços de acção social do município, a quem incumbirá a articulação entre: o
apoio educativo na escola e o contexto social e familiar; o desporto escolar e
a prática desportiva nas diversas modalidades dos clubes concelhios; e o ensino
das artes e a sua prática nas associações culturais. Deste modo, reduzindo os
factores de risco na vivência dos jovens mais vulneráveis e desenvolvendo as suas
competências sociais, promoveremos a sua integração e qualificação pela
educação, pelo desporto e pela cultura.
A
INACTIVIDADE E O RETRAIMENTO RELACIONAL NA VELHICE:
Propomos
a criação de uma rede de voluntários de proximidade aos idosos do concelho e, ainda,
uma plataforma de animação sócio - cultural que agregue, sob uma organização
unificada, os vários dispositivos destinados à população sénior, permitindo
desenvolver atividades com poupança de recursos e promover uma trajectória de
vida activa e gratificante.
CANDIDATOS CDU À CÂMARA MUNICIPAL DE PAÇOS DE FERREIRA:
Nuno Santos Neto, 39 anos, Advogado
(Independente);
Nuno Leão, 35 anos, Arquitecto (Independente);
Mara Lisa Gonçalves, 25 anos, Advogada - Estagiária (Independente);
Marcos Ribeiro, 40 anos, Técnico Superior de Reeducação (Independente);
Tito Santos, 39 anos, Professor (Independente);
Natália Fernandes, 35 anos, Escriturária (Independente);
Isabel Oliveira, 40 anos, Decoradora (Independente);
Paulo Alexandre Santos, 41 anos, Arquitecto (Independente);
Paulo Gonçalves, 66 anos, Motorista (Independente);
Carla Neto, 35 anos, Engenheira Química (Independente);
Victor José Silva, 43 anos, Escriturário (PCP); e
Nuno Alves, 29 anos, Empregado Forense (Independente).
Nuno Leão, 35 anos, Arquitecto (Independente);
Mara Lisa Gonçalves, 25 anos, Advogada - Estagiária (Independente);
Marcos Ribeiro, 40 anos, Técnico Superior de Reeducação (Independente);
Tito Santos, 39 anos, Professor (Independente);
Natália Fernandes, 35 anos, Escriturária (Independente);
Isabel Oliveira, 40 anos, Decoradora (Independente);
Paulo Alexandre Santos, 41 anos, Arquitecto (Independente);
Paulo Gonçalves, 66 anos, Motorista (Independente);
Carla Neto, 35 anos, Engenheira Química (Independente);
Victor José Silva, 43 anos, Escriturário (PCP); e
Nuno Alves, 29 anos, Empregado Forense (Independente).
CANDIDATOS CDU À ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE PAÇOS DE FERREIRA:
José Amorim, 63 anos, Vendedor (PCP);
José Gomes, 68 anos, Mecânico de Madeiras (PCP);
Ilda Costa, 55 anos, Operária Têxtil, (PCP);
Paulo Alexandre Santos, 41 anos, Arquitecto (Independente);
Vítor José Silva, 43 anos, Escriturário (PCP);
Isabel Oliveira, 40 anos, Decoradora (Independente);
Rui Jorge da Cunha Brandão, 27 anos, Operário Químico (Independente);
Paulo Gonçalves, 66 anos, Motorista (PCP)
Maria Amélia Ferreira Pacheco, 38 anos, Costureira (Independente);
Marcos Ribeiro, 40 anos, Técnico Superior de Reeducação (Independente);
Ernesto Torres da Silva Gonçalves, 57 anos, Operário Têxtil (PEV);
Elvira Maria Cortes Pereira, 67 anos, Doméstica (Independente);
Francisco Ricardo Martins Brandão, 34 anos, Estofador (independente);
Simão Pedro Dias Mota, 27 anos, Polidor de Móveis (PCP);
Maria Adelaide Monteiro Jeremias dos Santos, 50 anos, Costureira (Independente);
Isaac da Costa Vieira, 26 anos, Estudante (Independente);
Nuno Rego, 41 anos, Electricista, (Independente);
Mara Lisa Gonçalves, 25 anos, Advogada Estagiária, (Independente);
Belmiro Lobo da Costa, 77 anos, Marceneiro, (PCP);
César Augusto da Silva Ribeiro, 49 anos, Panificador (PCP);
Madalena José de Sousa Moreira, 34 anos, Costureira (Independente);
Alberto Neto de Sousa Torres, 63 anos, Marceneiro (PCP);
Fernando Maria Neto Pereira da Costa Sousa, 55 anos, Electricista (PCP);
Susana Cristina Sousa Gomes, 37 anos, Empresária, (Independente);
Jorge Manuel Pereira Moreira, 23 anos, Estudante, (Independente);
Pedro Alberto da Silva Gomes, 52 anos, Despachante, (PCP);
Carla Neto, 35 anos, Engenheira Química (Independente);
Nuno Alves, 29 anos, Empregado Forense (Independente);
José Joaquim de Sousa Monteiro, 58 anos, Operário Têxtil (PCP);
Cláudia Cristiana Silva Ferreira, 23 anos, Costureira (Independente);
Sérgio Joaquim Pinto Sousa, 41 anos, Empresário (independente);
Filipe Pinto, 43 anos, Empresário (PCP);
Alexandra Catarina de Sousa Silva, 23 anos, Aprendiz de Madeiras (Independente);
Arnaldo Taipa Gomes Pereira, 74 anos, Metalúrgico (PCP);
Fernando Humberto Gomes Martins (Vasquinho), 58 anos, Feirante (PCP); e
Maria do Carmo Bessa Correia, 73 anos, Modista (Independente).
José Gomes, 68 anos, Mecânico de Madeiras (PCP);
Ilda Costa, 55 anos, Operária Têxtil, (PCP);
Paulo Alexandre Santos, 41 anos, Arquitecto (Independente);
Vítor José Silva, 43 anos, Escriturário (PCP);
Isabel Oliveira, 40 anos, Decoradora (Independente);
Rui Jorge da Cunha Brandão, 27 anos, Operário Químico (Independente);
Paulo Gonçalves, 66 anos, Motorista (PCP)
Maria Amélia Ferreira Pacheco, 38 anos, Costureira (Independente);
Marcos Ribeiro, 40 anos, Técnico Superior de Reeducação (Independente);
Ernesto Torres da Silva Gonçalves, 57 anos, Operário Têxtil (PEV);
Elvira Maria Cortes Pereira, 67 anos, Doméstica (Independente);
Francisco Ricardo Martins Brandão, 34 anos, Estofador (independente);
Simão Pedro Dias Mota, 27 anos, Polidor de Móveis (PCP);
Maria Adelaide Monteiro Jeremias dos Santos, 50 anos, Costureira (Independente);
Isaac da Costa Vieira, 26 anos, Estudante (Independente);
Nuno Rego, 41 anos, Electricista, (Independente);
Mara Lisa Gonçalves, 25 anos, Advogada Estagiária, (Independente);
Belmiro Lobo da Costa, 77 anos, Marceneiro, (PCP);
César Augusto da Silva Ribeiro, 49 anos, Panificador (PCP);
Madalena José de Sousa Moreira, 34 anos, Costureira (Independente);
Alberto Neto de Sousa Torres, 63 anos, Marceneiro (PCP);
Fernando Maria Neto Pereira da Costa Sousa, 55 anos, Electricista (PCP);
Susana Cristina Sousa Gomes, 37 anos, Empresária, (Independente);
Jorge Manuel Pereira Moreira, 23 anos, Estudante, (Independente);
Pedro Alberto da Silva Gomes, 52 anos, Despachante, (PCP);
Carla Neto, 35 anos, Engenheira Química (Independente);
Nuno Alves, 29 anos, Empregado Forense (Independente);
José Joaquim de Sousa Monteiro, 58 anos, Operário Têxtil (PCP);
Cláudia Cristiana Silva Ferreira, 23 anos, Costureira (Independente);
Sérgio Joaquim Pinto Sousa, 41 anos, Empresário (independente);
Filipe Pinto, 43 anos, Empresário (PCP);
Alexandra Catarina de Sousa Silva, 23 anos, Aprendiz de Madeiras (Independente);
Arnaldo Taipa Gomes Pereira, 74 anos, Metalúrgico (PCP);
Fernando Humberto Gomes Martins (Vasquinho), 58 anos, Feirante (PCP); e
Maria do Carmo Bessa Correia, 73 anos, Modista (Independente).
CANDIDATOS CDU ÀS ASSEMBLEIAS DE FREGUESIA DO CONCELHO DE PAÇOS DE FERREIRA
CARVALHOSA
Francisco Ricardo Martins Brandão, 35 anos,
Estofador, Independente
EIRIZ
Emília Natália Ferreira da Silva Fernandes,
35 anos, Escriturária, Independente
FERREIRA
Carlos Armando Leal Alves, 50 anos, Mecânico
de Madeiras, Independente.
FIGUEIRÓ
Rui Jorge da Cunha Brandão, 28 anos,
Operário Químico, Independente
FRAZÃO ARREIGADA
Simão Pedro Dias Mota, 28 anos, Polidor de
Móveis, PCP
FREAMUNDE
Nuno Jorge Pinto Soares Leão, 35 anos,
Arquitecto, Independente
MEIXOMIL
Carlos António Barbosa Lopes, 52 anos,
Marceneiro, Independente
PAÇOS DE FERREIRA
Fernando Humberto Gomes Martins
("Vasquinho"), 59 anos, Feirante, PCP
PENAMAIOR
Alberto Neto de Sousa Torres, 53 anos,
Marceneiro, PCP
RAIMONDA
Adão Manuel Ribeiro de Moura, 65 anos,
Operário Têxtil, Independente
SANFINS LAMOSO CODESSOS
José Joaquim de Sousa Monteiro, 59 anos,
Operário têxtil reformado, PCP
SEROA
Paulo Alexandre da Rocha Pinto dos Santos,
41 anos, Arquitecto, Independente.
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